Palavras em inglês criadas por Shakespeare

William Shakespeare é um dos gênios da literatura mundial. Mestre da dramaturgia e das letras, ele escreveu 37 peças de teatro e cinco livros de poesia. Porém o mais curioso é que o escritor simplesmente criou palavras que não existiam. Isso mesmo! E estas somam quase 2 mil, e são utilizadas diariamente por quem fala o idioma.

Por exemplo, se você gosta de beber “leite desnatado”, agradeça ao escritor por esta descrição. O termo foi utilizado originalmente no rei Henrique IV, Parte 1, escrito em 1597. Na trama, Hotspur, o personagem que é um nobre Inglês, usou a frase “um prato de leite desnatado” para descrever um covarde percebido no Ato II, Cena III.

Outro exemplo pode ser quando você vê o dia “amanhecer”. A palavra foi usada pela primeira vez numa continuação para o rei Henrique IV e o rei Henrique V, escrito por volta de 1599. No livro, titular Rei Henry se refere ao termo dentre um de seus muitos monólogos sobre a guerra.

O autor de Romeu e Julieta também inventou palavras como “espanto”, “dica”, “ridículo” e “majestoso”. Já imaginou o mundo sem “colisão”, “pressa” ou “crítica”? Pois é, também são termos shakespearianos que fazem parte fundamental da nossa linguagem atual.

Confira abaixo mais algumas palavras e expressões que surgiram a partir deste mestre das letras:

– “Foregone conclusion” (“Conclusão precipitada”), em Otelo, o Mouro de Veneza;

– “For goodness sake” (Expressão menos cristianizada para “Pelo amor de Deus”), em Henrique VIII;

– “Good riddance” (Equivalente a “Já vai tarde”), em O Mercador de Veneza;

– “Neither here not there” (“Nem aqui, nem lá”), em Otelo, o Mouro de Veneza;

– “What’s done is done” (“O que está feito, está feito”), em Macbeth;

– “Break the ice” (“Quebrar o gelo”), em A Megera Domada;

– “Catch a cold” (“Pegar uma gripe”), em Cimbelino;

– “Uncomfortable” (“Desconfortável”), em Romeu e Julieta;

– “Manager” (“Administrador”), em Sonho de uma Noite de Verão;

– “Devil incarnate” (“Diabo encarnado”), em Tito Andrônico;

– “Dishearten” (“Sem coração”), em Henrique V;

– “Eventful” (Literalmente, “Cheio de coisas/eventos/acontecimentos”; usado para dizer, por exemplo, “Tive um dia cheio”), em Como Gostais;

– “New-fangled” (Algo como “Novo e já obsoleto”), em Trabalhos de Amores Conquistado;

– “Hot-blood” (“Sangue quente”), em Rei Lear;

– “Knock knock! Who’s there?” (“Toc toc! Quem bate?”), em Macbeth;

– “With bated breath” (“Com a respiração suspensa”), em O Mercador de Veneza;

– “Laughable” (“Risível”), em O Mercador de Veneza;

– “Negotiate” (“Negociar”), em Muito barulho por nada;

– “Assassination” (“Assassinato”), em Macbeth;

– “A heart of gold” (“Coração de ouro”), em Henrique V;

– “Fashionable” (“Elegante”), em Tróilo e Créssida;

– “Puking” (“Vomitar”; antigamente usava-se palavras mais rebuscadas como “Regurgitar” ou “Verter”), em Como Gostais;

– “Dead as a doornail” (Equivalente a “Mortinho da silva”), em Henrique VI, Parte II;

– “Not slept one wink” (“Não dormi nem uma piscada”), em Cimbelino;

– “Obscene” (“Obsceno”), em Trabalhos de Amores Conquistados;

– “Bedazzled” (“Estupefato”), em A Megera Domada;

– “Addiction” (“Vício”), em Otelo, o Mouro de Veneza;

– “Faint-hearted” (Equivalente a “Covarde”), em Henrique VI, Parte I;

– “Vanish into thin air” (“Desaparecer no ar”), em Otelo, o Mouro de Veneza;

– “Zany” (Equivalente a “bobo”), em Trabalhos de Amores Conquistado;

– “Lonely” (“Solitário”), em Coriolano;

– “Unreal” (“Irreal”), em Macbeth;

– “Epileptic” (“Epiléptico”), em Rei Lear;

– “Arch-villain” (“Arqui-vilão”), em Tímon de Atenas;

– “Bloodstained” (“Manchado de sangue”), em Tito Andrônico;

– “All of a sudden” (“De repente”), em A Megera Domada;

– “Come what, come may” (“Aconteça o que acontecer”), em Macbeth;

Para ler Shakespeare no original

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